Na incoerência, Marquinho Luanda é o maior cabo eleitoral do Marcos Abrahão

Acompanhando os bastidores da campanha eleitoral em Rio Bonito, tenho detectado falhas na comunicação social e nas estratégias dos candidatos aos cargos de vereador e prefeito.

No caso dos vereadores, com raríssimas exceções, os candidatos estão assumindo posições que não lhes são pertinentes ao cargo, cuja essência do trabalho é fiscalizar o Poder Executivo, fazer leis e realizar o feedback com a sociedade, através das comunidades, associações e demais modelos  organizacionais existentes. Assim, tem sido comum ver o candidato a vereador fazer promessas disso ou daquilo, cuja responsabilidade é do prefeito, enquanto que os candidatos a prefeito estão se comprometendo o mínimo possível, tecendo promessas generalizadas, incluindo o conteúdo dos seus respectivos planos de governo.

Por outro lado, tem candidato a prefeito fazendo campanha para a concorrência, sem se dá conta disso, como é o caso do Marquinho Luanda, do PMDB, que está pedindo o voto de confiança do eleitor, batendo na palavra RENOVAÇÃO, quando está com a maioria dos personagens que atuaram ou que ainda atuam na política nos últimos 24 anos. Diante da incoerência entre o discurso e a prática no palanque, cada vez que o Marquinho Luanda fala na RENOVAÇÃO, ele está acionando o gatilho coletivo dentro da opinião pública para o deputado estadual, Marcos Abrahão, do PT do B, cujo grupo político e a equipe nunca atuaram oficialmente na esfera do Poder Executivo, salvo as funções do deputado.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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