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Democracia e Representatividade

Peso do voto feminino: maioria nas urnas, minoria na mesa de decisão

Por Nadelson Costa Nogueira Júnior ·

Peso do voto feminino: maioria nas urnas, minoria na mesa de decisão
“Indicadores eleitorais, econômicos e de trabalho sobre a maior fatia do eleitorado brasileiro”

Em outubro de 2026, 83.877.126 brasileiras estavam aptas a votar. O número, divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral, corresponde a 52,84% de um eleitorado de 158.745.463 pessoas — cerca de nove milhões de mulheres a mais do que homens. Nenhuma campanha precisa de pesquisa qualitativa para saber disso. O que raramente aparece com a mesma clareza é a distância entre esse primeiro número e o lugar onde as decisões efetivamente são tomadas. É essa distância — e a base material que a produz — que este artigo examina.

1. O tamanho do eleitorado feminino

A maioria feminina não é novidade, mas está se ampliando. Entre 2022 e 2026, o eleitorado feminino cresceu 1.503.962 pessoas (1,83%), enquanto o masculino cresceu 800.936 (1,08%), segundo o TSE. Em 2022, as mulheres eram 82,3 milhões, ou 52,65% do total. A maioria se mantém estável em termos percentuais e se alarga em termos absolutos: são 74.845.001 homens contra 83.877.126 mulheres, diferença superior a nove milhões de eleitoras.

Há um segundo dado que qualifica o peso desse contingente: a abstenção. No primeiro turno de 2026, 21,08% do eleitorado não compareceu — aproximadamente 33,4 milhões de pessoas, o maior índice desde 1998, segundo o TSE. O dado é agregado, sem recorte de sexo, e essa lacuna importa: como a abstenção tende a ser mais alta entre eleitores de baixa renda, e como as mulheres são maioria entre os mais pobres, é razoável supor que a maioria feminina se traduza em minoria relativa entre os votos efetivamente depositados. Trata-se de hipótese plausível, não de estatística apurada — e a diferença entre as duas coisas é justamente o que separa análise de militância.

2. O funil da representação

O primeiro fluxo que organiza o problema é um funil de quatro etapas, e cada etapa perde aproximadamente um terço do peso da anterior.

Eleitorado: 52,84% mulheres → Candidaturas: 35,10% mulheres → Eleitas: 21,2% na Câmara dos Deputados → Decisão: agenda definida por maioria masculina.

As candidaturas registradas em 2026 somaram 35,10% de mulheres (7.367 registros), ante 33,80% em 2022 — avanço de 1,3 ponto percentual, segundo o TSE. Compilações da imprensa chegam a 34,8% e cerca de 7,1 mil candidatas; a divergência decorre do critério de contagem (registros totais versus candidaturas efetivamente computadas), e o número do TSE é o que se adota aqui.

O resultado eleitoral de 2026, ainda assim, produziu o maior avanço da série recente. Foram eleitas 369 mulheres no primeiro turno em todos os cargos, 61 a mais do que em 2022. Na Câmara dos Deputados, a bancada feminina passou de 90 para 109 deputadas — crescimento de 21,1% —, o que corresponde a 21,2% das 513 cadeiras, contra 404 deputados homens. No Senado, 12 mulheres foram eleitas em 2026, o maior número desde a redemocratização, e a bancada feminina deve começar 2027 com 18 representantes, ou 22,2% das 81 cadeiras.

O quadro municipal é mais assimétrico. Nas eleições de 2024, as mulheres representaram 17,92% de todos os eleitos, contra 15,83% em 2020. Foram 724 prefeitas — 13% do total de prefeitos — e 10,6 mil vereadoras, 18,24% das vagas, segundo estudo da Consultoria-Geral da Câmara dos Deputados. No mesmo pleito, a cota mínima de 30% de candidaturas femininas foi descumprida em mais de 700 municípios. Ou seja: mesmo a regra mais elementar e mais antiga do sistema eleitoral brasileiro não é integralmente aplicada.

3. A base material do voto: economia e trabalho

Se o funil eleitoral explica onde a representação se perde, a estrutura do mercado de trabalho explica por que ela se perde ali e não em outro lugar.

Em 2025, o Brasil registrou 44,8 milhões de mulheres ocupadas, o equivalente a 43,5% da população ocupada; os homens somaram 58,2 milhões (56,5%), segundo o IBGE. O dado positivo é a trajetória: desde 2012, a ocupação feminina cresceu 20,5%, com 7,6 milhões de trabalhadoras incorporadas, contra alta de 11,7% entre os homens.

O dado estrutural é a distância de participação. A taxa de participação feminina na força de trabalho era de 52,8% em 2024, contra 72,6% dos homens — avanço de apenas 0,9 ponto percentual desde 2012, quando estava em 51,9%, segundo o Boletim Mulheres no Mercado de Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego. No segundo trimestre de 2025, o nível de ocupação era de 49,5% entre mulheres e 68,8% entre homens. A desocupação também é desigual: 6,2% para mulheres e 4,2% para homens no quarto trimestre de 2025, em um país cuja taxa anual ficou em 5,6%, a menor da série.

A informalidade apresenta um resultado aparentemente contraintuitivo. Em 2024, 37,1% das mulheres ocupadas eram informais, contra 40,1% dos homens. A taxa feminina mais baixa, porém, não indica maior proteção: indica concentração em ocupações específicas e, sobretudo, exclusão. O trabalho doméstico remunerado — 5,6 milhões de pessoas ocupadas, das quais 92% mulheres, cerca de 5,1 milhões, e 68% delas mulheres negras — paga em média R$ 1.335 mensais, valor 59% inferior à média das demais mulheres ocupadas, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego. E o trabalho doméstico não remunerado, que sustenta todo o restante, não entra em nenhuma estatística de ocupação.

O rendimento consolida o padrão. As mulheres receberam, em média, R$ 2.697 por mês, contra R$ 3.459 dos homens — diferença de R$ 762, ou cerca de 22%, segundo o Dieese com base na PNAD Contínua. No setor privado formal, o Relatório de Transparência Salarial aponta gap de 21,3% em 2025: R$ 3.965,94 para mulheres e R$ 5.039,68 para homens. O detalhe decisivo é a inércia: a desigualdade não diminuiu entre 2023 e 2025, apesar de o emprego feminino ter crescido 11% no período, com 800 mil vagas adicionais.

A desigualdade também tem teto. Entre o 1% mais bem remunerado do país, as mulheres são 22%. Entre diretoras e gerentes, a remuneração média era de R$ 6.798, contra R$ 10.126 para homens na mesma função. Entre pessoas com ensino superior, a diferença chega a R$ 2.899 mensais. O diferencial educacional não fecha o diferencial de renda — o que indica que a explicação não está na qualificação, e sim na divisão do trabalho não remunerado, na segregação ocupacional e nos critérios de promoção.

4. O fluxo que produz a sub-representação

O segundo fluxo é o elo entre a economia e a urna. Ele funciona como um circuito fechado, com retroalimentação.

Cuidado não remunerado (21,3 h semanais) → tempo disponível reduzido → participação na força de trabalho (52,8%) → renda (−22%) → capital político (dinheiro, redes, tempo para militância) → candidaturas (35,1%) → eleitas (21,2%) → políticas de cuidado → retorno ao início.

Cada elo tem base empírica. As mulheres dedicam, em média, 21,3 horas semanais a cuidados de pessoas e afazeres domésticos, contra 11,7 horas dos homens — quase o dobro, uma diferença de 9,6 horas semanais, segundo as Estatísticas de Gênero do IBGE (PNAD Contínua, 2022). O FGV IBRE, em análise de 2025, registra 21 horas contra 11. Em termos práticos, trata-se de uma meia jornada adicional não remunerada, subtraída do tempo disponível para atividade econômica, para formação e para a política.

O efeito aparece na composição da força de trabalho. Segundo dados da OIT compilados no Brasil, 31,7% das mulheres em idade ativa fora da força de trabalho declaram como motivo a necessidade de cuidar de afazeres domésticos, filhos ou parentes; entre os homens, esse percentual é de 3,5%. O Dieese estima que 13 milhões de mulheres — 31% da força de trabalho feminina — não estavam aptas a trabalhar porque precisavam cuidar de alguém.

O mesmo arranjo produz um dado que desmonta a hipótese da dependência: as mulheres são responsáveis por 52% dos domicílios brasileiros, e nos lares monoparentais a chefia feminina chega a 92%. A maioria das mulheres que sustentam uma casa o faz sob jornada dupla e sob o pior lado do diferencial de renda.

5. O voto feminino como variável eleitoral

Nenhuma análise do peso do voto feminino é completa sem observar como esse contingente se comporta. Em outubro de 2026, as pesquisas de intenção de voto para o segundo turno presidencial registraram uma clivagem de gênero consistente na direção, ainda que dispersa na magnitude. O Datafolha (6 e 7 de outubro) apontou 50% entre mulheres e 41% entre homens para o mesmo candidato, contra 44% e 53% para o adversário. A Quaest (24 a 27 de setembro) registrou 46% entre mulheres e 38% entre homens. O AtlasIntel/Bloomberg apontou 58,9% entre mulheres e 35% entre homens para o primeiro, e 61,7% entre homens e 39,2% entre mulheres para o segundo. O Instituto França (16 a 20 de outubro) registrou 45,3% entre mulheres e 37,8% entre homens.

A leitura correta é restritiva. O que as pesquisas sustentam com robustez é a existência de uma clivagem de gênero — não a sua magnitude exata. Os institutos divergem em até 15 pontos percentuais no mesmo recorte, com margens de erro entre 1,8 e 3 pontos, e a diferença entre eles decorre de metodologia, amostragem e forma de coleta. Tratar um único ponto estimate como fato é erro técnico, não argumento.

O que se pode afirmar com segurança é que o eleitorado feminino não é bloco homogêneo e é disputado. A clivagem se sobrepõe a outros recortes — renda, escolaridade, vínculo com programas sociais, religião — e é justamente essa sobreposição que explica por que a maioria numérica não se converte automaticamente em capacidade de pautar a agenda. Maioria eleitoral não é o mesmo que maioria decisória; e minoria parlamentar com 79% das cadeiras define o que entra em votação.

6. Os problemas principais

Primeiro, a representação truncada. A cada etapa do funil, um terço do peso se perde: 52,84% do eleitorado, 35,10% das candidaturas, 21,2% das cadeiras federais, 13% das prefeituras. Nenhuma etapa isolada explica o resultado; o conjunto explica.

Segundo, a cota sem enforcement. A reserva de 30% de candidaturas existe desde 1997 e foi descumprida em mais de 700 municípios em 2024. Regra sem sanção efetiva produz o cumprimento formal — candidaturas de fachada, distribuição desigual de recursos — em lugar da paridade real.

Terceiro, a penalização do cuidado. Com 21,3 horas semanais de trabalho não remunerado e 31,7% das mulheres fora da força de trabalho por motivo de cuidado, o sistema político exige um tempo que o arranjo doméstico não devolve. Campanha, mandato e militância partidária são atividades de tempo integral exercidas por pessoas com jornada dupla.

Quarto, a segregação ocupacional e o teto de vidro. O gap de 22% não se explica por escolaridade — mulheres são maioria com ensino superior. Ele se concentra no topo (22% entre o 1% mais rico) e no trabalho doméstico (59% abaixo da média), e permaneceu estável entre 2023 e 2025 apesar do aumento do emprego feminino.

Quinto, a desigualdade interseccional. As mulheres negras são 68% do trabalho doméstico remunerado, recebem menos que as não negras dentro da mesma categoria (R$ 1.274 contra R$ 1.463) e enfrentam as maiores taxas de desocupação. Qualquer política de gênero que ignore raça corrige apenas a metade visível do problema.

Sexto, a violência política de gênero e as barreiras informais. Ameaças, desqualificação pública e cerceamento de recursos operam como filtro adicional em uma etapa do funil que já é a mais estreita. É a dimensão menos mensurável e uma das mais determinantes.

7. As soluções

As soluções se organizam em cinco alavancas, e nenhuma delas funciona isolada.

A primeira é a regra eleitoral com sanção. Fiscalização efetiva da cota de 30%, com consequência sobre o registro do partido, e aplicação do mínimo de 30% dos recursos do fundo partidário e do fundo eleitoral para candidaturas femininas, definido na Emenda Constitucional 111/2021. Sem dinheiro proporcional, a cota produz candidaturas sem viabilidade.

A segunda é a política de cuidado. Educação infantil em tempo integral, licença parental compartilhada e ampliação da rede de cuidados atacam diretamente o elo de maior efeito do fluxo: as 9,6 horas semanais que separam mulheres e homens. É a intervenção com maior potencial de deslocar, ao mesmo tempo, participação na força de trabalho, renda e disponibilidade para a política.

A terceira é a transparência salarial com consequência. O Relatório de Transparência Salarial, instituído pela Lei 14.611/2023, produziu diagnóstico — 21,3% de gap no setor privado — mas o dado não se moveu entre 2023 e 2025. Diagnóstico sem sanção proporcional ao porte da empresa não altera estrutura de precificação.

A quinta [quarta] é a formalização e a valorização do trabalho doméstico remunerado, com aplicação da Lei Complementar 150/2015, fiscalização e qualificação. São 5,1 milhões de trabalhadoras cuja remuneração média é 59% inferior à das demais ocupadas.

A quinta é o orçamento e a produção de dados. Orçamento sensível a gênero, desagregação por sexo e raça em todas as estatísticas oficiais e monitoramento anual do funil — eleitorado, candidaturas, eleitas, mandatos — permitem medir o que se promete. Sem indicador com linha de base, política de igualdade vira declaração de intenção.

8. O que observar daqui em diante

Cinco números resumem o estado atual e servem de linha de base para os próximos ciclos: 52,84% do eleitorado; 35,10% das candidaturas; 21,2% das cadeiras na Câmara; 22% de diferencial de renda; 21,3 horas semanais de trabalho não remunerado. O primeiro número é uma conquista demográfica e jurídica consolidada. Os quatro seguintes são o resultado de um arranjo que ainda trata a maioria da população como minoria de agenda.

A pergunta que 2026 deixa aberta não é se as mulheres decidem a eleição — a clivagem de gênero nas pesquisas indica que decidem, qualquer que seja o instituto. A pergunta é se a bancada recorde de 109 deputadas e 18 senadoras converterá peso eleitoral em política de cuidado, ou se repetirá o padrão histórico de crescimento numérico sem deslocamento de poder.

Referências

Tribunal Superior Eleitoral. “Faltam 30 dias: Brasil tem mais de 158 milhões de eleitoras e eleitores aptos a votar” (4 set. 2026). https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Setembro/faltam-30-dias-brasil-tem-mais-de-158-milhoes-de-eleitoras-e-eleitores-aptos-a-votar

Tribunal Superior Eleitoral. “Eleições 2026 elegem 61 mulheres a mais que em 2022” (16 out. 2026). https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Outubro/eleicoes-2026-elegem-61-mulheres-a-mais-que-em-2022

Câmara dos Deputados. “Com 109 deputadas eleitas, bancada feminina cresce 21,1% na Câmara” (5 out. 2026). https://www.camara.leg.br/noticias/1309285-com-109-deputadas-eleitas-bancada-feminina-cresce-211-na-camara

Câmara dos Deputados. “Estudo da Câmara mostra crescimento de dois pontos percentuais no número de mulheres eleitas” (21 out. 2024). https://www.camara.leg.br/noticias/1104771-estudo-da-camara-mostra-crescimento-de-dois-pontos-percentuais-no-numero-de-mulheres-eleitas/

Agência Brasil. “Cresce número de mulheres eleitas para o Congresso Nacional” (6 out. 2026). https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/cresce-numero-de-mulheres-eleitas-para-o-congresso-nacional

TV Senado. “Bancada feminina ampliada: 12 senadoras são eleitas em 2026” (6 out. 2026). https://www12.senado.leg.br/tv/programas/noticias-1/2026/10/bancada-feminina-ampliada-12-senadoras-sao-eleitas-em-2026

Rádio Senado. “Mais de 33 milhões de brasileiros não foram votar no último domingo” (5 out. 2026). https://www12.senado.leg.br/radio/1/noticia/2026/10/05/mais-de-33-milhoes-de-brasileiros-nao-foram-votar-no-ultimo-domingo

IBGE. “Em 2025, vinte unidades da federação registram a menor taxa de desocupação da série” (20 fev. 2026). https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/45923-em-2025-vinte-unidades-da-federacao-registram-a-menor-taxa-de-desocupacao-da-serie

IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua — Indicadores, 2º trimestre de 2025. https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/2421/pnact_2025_2tri.pdf

IBGE. Estatísticas de Gênero — Indicadores sociais das mulheres no Brasil (informativo, 2024). https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv102066_informativo.pdf

Ministério do Trabalho e Emprego. “Boletim Mulheres no Mercado de Trabalho” (mar. 2025). https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-projetos-acoes-obras-e-atividades/estatisticas-trabalho/publicacoes/boletim_mulheres_8m_20250307.pdf

Ministério do Trabalho e Emprego. “Trabalho Doméstico Remunerado no Brasil: Panorama Estatístico e Ações de Proteção Social” (22 jul. 2026). https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/noticias-e-conteudo/2026/julho/trabalho-domestico-remunerado-no-brasil-panorama-estatistico-e-acoes-de-protecao-social

Dieese. “Boletim Especial 8 de março de 2025: Mulher chefia mais domicílios, mas segue com menos direitos e oportunidades no trabalho”. https://www.dieese.org.br/boletimespecial/2025/mulheres2025/index.html

G1. “Desigualdade salarial: mulheres ganham 21,3% menos que homens, mesmo com alta do emprego” — dados do Relatório de Transparência Salarial (27 abr. 2026). https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/04/27/desigualdade-salarial-mulheres.ghtml

G1. “Brasil atinge recorde de 103 milhões de pessoas ocupadas, diz IBGE” (23 set. 2026). https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2026/09/23/brasil-bate-recorde-de-pessoas-ocupadas.ghtml

FGV IBRE. “Panorama atual da desigualdade de gênero no Brasil: uma análise a partir da PNADC e da SMT” (14 abr. 2025). https://blogdoibre.fgv.br/posts/panorama-atual-da-desigualdade-de-genero-no-brasil-uma-analise-partir-da-pnadc-e-da-smt

Valor Econômico. “Quaest: Lula amplia vantagem sobre Flávio entre mulheres e beneficiários do Bolsa Família” (28 set. 2026). https://valor.globo.com/noticia/2026/09/28/quaest-lula-amplia-vantagem-sobre-flvio-entre-mulheres-e-beneficirios-do-bolsa-famlia.ghtml

Valor Econômico. “Quem está na frente para presidente no segundo turno por gênero, idade e escolaridade? Veja resultado da última pesquisa” — Datafolha (14 out. 2026). https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/10/14/quem-esta-na-frente-para-presidente-no-segundo-turno-por-genero-idade-e-escolaridade-veja-resultado-da-ultima-pesquisa.ghtml

Veja. “Pesquisas eleitorais dos últimos dias mostram disputa de Flávio Bolsonaro e Lula pelo voto feminino” — inclui AtlasIntel/Bloomberg (20 out. 2026). https://veja.abril.com.br/politica/pesquisas-eleitorais-dos-ultimos-dias-mostram-disputa-de-flavio-bolsonaro-e-lula-pelo-voto-feminino/

Instituto França. “Pesquisa eleitoral — Presidente da República, 2º turno, Brasil, outubro de 2026” (registro TSE BR-07896/2026). https://static.poder360.com.br/uploads/2026/10/Pesquisa_Presidente_2T_Brasil_Out2026_Instituto_Franca.pdf

Nota: os dados eleitorais de 2026 foram apurados até 23 de outubro de 2026.

Nadelson Costa Nogueira Júnior